sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Lá me convenceste!
Como sabem a minha hora predilecta para ir fazer uns lançamentos é ao nascer do dia, não que goste de acordar cedo, muito pelo contrário, mas nos dias que correm em que é cada vez mais difícil enganar um peixe, tento conciliar vários factores de forma a tentar aumentar as probabilidades de uma boa captura.
No entanto dada a insistência do meu amigo Russo, lá cedi a ir fazer uma nocturna á praia. As condições até eram boas, pouco vento, mar mexido, lua cheia e uma maré “engraçada”.
Começamos a pescar ainda com alguma luz, ideal para analisar o spot e definir estratégias, e á medida que a lua substituía o sol, íamos alterando as amostras “como manda a lei”.
A lua, agora alta, iluminava a praia e as amostras, essas, já quase todas tinham mostrado o que valiam, até que…
Bem, já toda a gente ouviu falar na Maria noctívaga! - Ali estava ela á espera da sua oportunidade, e nem é tardo nem é cedo, - “Se andar por aqui algum peixe, segundo a teoria, certamente vai “bater” nesta! “
Depois de muitas, a minha fé resumia-se agora aquele peixinho de plástico. Enquanto o Pedro metia os seus mais profundos conhecimentos em prática, ali estava eu - “ou é ou não é!”
E não e que foi?!
Algumas dezenas de lançamentos depois, uma cabeçada bruta, um peixinho energético que pouco tempo depois encostou a terra, peixe para um quilo e tal.
Sorte ou não o que é certo é que foi o único peixe da noite, a mostrar que à noite “também é bom” e que quem joga em casa é que sabe! (Estou a brincar, claro! Ehehhh)

Um abraço =)
No entanto dada a insistência do meu amigo Russo, lá cedi a ir fazer uma nocturna á praia. As condições até eram boas, pouco vento, mar mexido, lua cheia e uma maré “engraçada”.
Começamos a pescar ainda com alguma luz, ideal para analisar o spot e definir estratégias, e á medida que a lua substituía o sol, íamos alterando as amostras “como manda a lei”.
A lua, agora alta, iluminava a praia e as amostras, essas, já quase todas tinham mostrado o que valiam, até que…
Bem, já toda a gente ouviu falar na Maria noctívaga! - Ali estava ela á espera da sua oportunidade, e nem é tardo nem é cedo, - “Se andar por aqui algum peixe, segundo a teoria, certamente vai “bater” nesta! “
Depois de muitas, a minha fé resumia-se agora aquele peixinho de plástico. Enquanto o Pedro metia os seus mais profundos conhecimentos em prática, ali estava eu - “ou é ou não é!”
E não e que foi?!
Algumas dezenas de lançamentos depois, uma cabeçada bruta, um peixinho energético que pouco tempo depois encostou a terra, peixe para um quilo e tal.
Sorte ou não o que é certo é que foi o único peixe da noite, a mostrar que à noite “também é bom” e que quem joga em casa é que sabe! (Estou a brincar, claro! Ehehhh)

Um abraço =)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Ainda no ano passado
Nesta passagem de ano optei por ir para os lados da Costa Vicentina.
Apesar da previsão indicare que o mar não ia ajudar, decidi juntar o fútil ao agradável e acabei por levar o material de spinning.
Numa das tardes lá consegui dar uma escapadinha e ir-me encontrar com o mar.
Depois de escolher um cantinho, a meu ver, com bom aspecto e muita insistência eis que tenho o primeiro peixe. Um robalo de kg que volta rapidamente para a água.
Continuo a insistir e pouco tempo depois, aquele ataque potente! Um peixe bastante lutador, contudo devido às condições do pesqueiro não pude usufruir dessa luta da maneira que mais gostava e acabei por puxar um pouco por ele.
Estava feita mais uma pesca, a última do ano, horas de guardar o material e ir de novo juntar-me ao grupo.

Hiro Sea Bass Ti
Shimano 5000fb
Power Pró 15lb
Um abraço
Apesar da previsão indicare que o mar não ia ajudar, decidi juntar o fútil ao agradável e acabei por levar o material de spinning.
Numa das tardes lá consegui dar uma escapadinha e ir-me encontrar com o mar.
Depois de escolher um cantinho, a meu ver, com bom aspecto e muita insistência eis que tenho o primeiro peixe. Um robalo de kg que volta rapidamente para a água.
Continuo a insistir e pouco tempo depois, aquele ataque potente! Um peixe bastante lutador, contudo devido às condições do pesqueiro não pude usufruir dessa luta da maneira que mais gostava e acabei por puxar um pouco por ele.
Estava feita mais uma pesca, a última do ano, horas de guardar o material e ir de novo juntar-me ao grupo.

Hiro Sea Bass Ti
Shimano 5000fb
Power Pró 15lb
Um abraço
domingo, 2 de janeiro de 2011
Açores - parte 1
Acordei cedo ainda de noite (para variar), à espera da boleia que me levaria ao pesqueiro, que não tardou em chegar. Algum tempo depois encontrava-me sozinho, no meio do nada com uma lanterna na cabeça, junto ao mar a apanhar sustos à medida que os coelhos “levantavam” à minha frente. Continuei a longa caminhada por um trilho que supostamente me levaria ao tal spot.

Aguardei até o dia clarear mais um pouco e comecei a pescar a superfície mas depressa percebi que não me safava, então decidi mudar para uma Maria para sondar o pesqueiro e logo nos primeiros lançamentos, quando a amostra já vinha quase a sair da água, sinto um toque e tento ferrar automaticamente. Vi que era peixe pequeno e pensei logo tratar-se de uma pequena anchova, mas, qual não é o meu espanto quando ao suspender o peixe vinha um sargo pendurado na última fateixa da Maria.

Já tinha ouvido falar de spinning aos sargos, agora, com um jerkbait de 14 cm? Só mesmo nos Açores! Peixes vorazes aqueles…
Bem lá continuei a pesca, e desta vez com uma Duo Surf 130, outro toque, outro sargo, outro toque, e mais um.
Enfim, não tinha acordado cedo para ir apanhar sargos, acabei por mudar de pedra e ainda apanhei uma anchovinha!

Foi um dia estranho este, pelo menos para mim pois nunca me tinha acontecido algo do género.
Um abraço e bom ano novo
Aguardei até o dia clarear mais um pouco e comecei a pescar a superfície mas depressa percebi que não me safava, então decidi mudar para uma Maria para sondar o pesqueiro e logo nos primeiros lançamentos, quando a amostra já vinha quase a sair da água, sinto um toque e tento ferrar automaticamente. Vi que era peixe pequeno e pensei logo tratar-se de uma pequena anchova, mas, qual não é o meu espanto quando ao suspender o peixe vinha um sargo pendurado na última fateixa da Maria.
Já tinha ouvido falar de spinning aos sargos, agora, com um jerkbait de 14 cm? Só mesmo nos Açores! Peixes vorazes aqueles…
Bem lá continuei a pesca, e desta vez com uma Duo Surf 130, outro toque, outro sargo, outro toque, e mais um.
Enfim, não tinha acordado cedo para ir apanhar sargos, acabei por mudar de pedra e ainda apanhei uma anchovinha!
Foi um dia estranho este, pelo menos para mim pois nunca me tinha acontecido algo do género.
Um abraço e bom ano novo
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Lobo da Ria
Quando o mar não nos permite pescar, nada melhor que ficar pela ria, refiro me a ria formosa, um sitio onde gosto e costumo pescar.
A Ria formosa é uma área que apresenta uma grande biodiversidade, como tal é rica em comedia, tornando-se um local ideal para os nossos amigos robalos.
Gosto especialmente de pescar à superfície, e no meu caso dou preferência às sammys.
Vou vagueando pela ria em busca de regatos com correntes fortes, encontros de correntes e estruturas, essencialmente quando ocorrem as marés mais vivas e se possível durante a vazante.
Saí cedo de casa e pouco tempo depois já andava á procura de um sítio prometedor. Assim que detecto actividade, amostras para dentro de agua.
Começo a pescar com uma aurora, no entanto sem sucesso e assim que o sol começa a raiar entra a shad americana ao serviço. Ao segundo lançamento vejo dois ataques mal sucedidos que antecedem um terceiro e ai sim, ataque bem sucedido e peixe ferrado.
Como estava a pescar numa zona baixio, o peixe correu que se fartou dando uma luta daquelas engraçadas acabando pouco tempo depois por se render.
Ainda insisti mais um bocado mas sem sucesso.

Acusou 2,3kg
Material:
Shimano Catana
Shimano Stardic
Sammy 115
Um abraço
A Ria formosa é uma área que apresenta uma grande biodiversidade, como tal é rica em comedia, tornando-se um local ideal para os nossos amigos robalos.
Gosto especialmente de pescar à superfície, e no meu caso dou preferência às sammys.
Vou vagueando pela ria em busca de regatos com correntes fortes, encontros de correntes e estruturas, essencialmente quando ocorrem as marés mais vivas e se possível durante a vazante.
Saí cedo de casa e pouco tempo depois já andava á procura de um sítio prometedor. Assim que detecto actividade, amostras para dentro de agua.
Começo a pescar com uma aurora, no entanto sem sucesso e assim que o sol começa a raiar entra a shad americana ao serviço. Ao segundo lançamento vejo dois ataques mal sucedidos que antecedem um terceiro e ai sim, ataque bem sucedido e peixe ferrado.
Como estava a pescar numa zona baixio, o peixe correu que se fartou dando uma luta daquelas engraçadas acabando pouco tempo depois por se render.
Ainda insisti mais um bocado mas sem sucesso.

Acusou 2,3kg
Material:
Shimano Catana
Shimano Stardic
Sammy 115
Um abraço
domingo, 3 de outubro de 2010
Partilha
Olá pessoal, venho apenas partilhar uma das capturas que fiz na última pesca em água doce.
Foi um dos achigãs mais bonitos que já apanhei, com cores vivas e bem definidas.
Não resistiu a uma Rapala original, apenas por curiosidade este foi o primeiro jerkbait que comprei, quando ainda era puto, foi passados uns aninhos que se estreou.

Um abraço e bons releases =)
Foi um dos achigãs mais bonitos que já apanhei, com cores vivas e bem definidas.
Não resistiu a uma Rapala original, apenas por curiosidade este foi o primeiro jerkbait que comprei, quando ainda era puto, foi passados uns aninhos que se estreou.

Um abraço e bons releases =)
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Insiste e acredita
Tudo começou no inicio deste verão, com a subida da temperatura das águas e aquelas noites espectaculares, o objectivo desta vez eram as corvinas.
Decidi investir então em material apropriado, cabeçotes, anzóis, chumbos, vinis, vinis e mais vinis, demasiados até, mas no inicio há que experimentar vários materiais e varias técnicas em busca de um resultado de forma a começar a tirar conclusões.
O spot, ainda mais complicado, muitas horas “perdidas”, muito material perdido, muitas grades seguidas, no entanto um único pensamento, insiste!
Foi então que certa noite, numa das várias noites, num dos vários spots, a maré começava a perder a força, estava a encher, no fim, e eu pacientemente animava os meus vinis da maneira que melhor achava. De repente, sinto um esticão forte do outro lado, a cana verga como nunca (era a dropshot, coitadinha), o drag dispara, a linha sai a uma velocidade estonteante e eu mantenho-me imóvel, incrédulo, a agarrar na cana com firmeza, sem perceber bem o que se estava a passar.
Infelizmente, não durou mais de dez segundos, tivesse o tamanho que tivesse, o que nunca saberei, eu não a ferrei e ela abriu a boca!
Senti uma tristeza feliz, apesar de não ter tido sucesso, estava no bom caminho e sentia que estava cada vez mais próximo.
Foi então que chegou o dia, mais uma noite a brincar com os vinis rente ao fundo, até que me lembro de ter visto algo algures sobre senkos, pensei, “não é tarde nem é cedo”, - tenho uns senkos que me foram trazidos dos Estados Unidos, pelo meu avô, mas que raramente os montava, - Optei por monta-lo à Texas e continuar a insistir.
Passado algum tempo, surge o ataque tão esperado. Desta vez, com o drag mais fechado, ferro imediatamente o peixe, este começa a debater-se dando “cabeçadas” mas rapidamente vem até a superfície, ainda dá uma corridinha para o lado, no entanto nada comparável á minha experiencia anterior.
Pouco tempo depois tenho nas mãos a minha primeira corvina, que depois da fotografia voltou para a água para crescer mais uns quilinhos e quem sabe um dia proporcionar uma tristeza feliz a um iniciante como eu!
Moral da história: Insiste e acredita!
Um abraço e bons releases

(desculpem lá a cara de parvo lol)
Material:
Cana: Shimano BeastMaster dropshot 2,70
Carreto: Shimano Stradic 3000FB
Linha: Fire line Crystal 0.17
Amostra: Senko branco
Decidi investir então em material apropriado, cabeçotes, anzóis, chumbos, vinis, vinis e mais vinis, demasiados até, mas no inicio há que experimentar vários materiais e varias técnicas em busca de um resultado de forma a começar a tirar conclusões.
O spot, ainda mais complicado, muitas horas “perdidas”, muito material perdido, muitas grades seguidas, no entanto um único pensamento, insiste!
Foi então que certa noite, numa das várias noites, num dos vários spots, a maré começava a perder a força, estava a encher, no fim, e eu pacientemente animava os meus vinis da maneira que melhor achava. De repente, sinto um esticão forte do outro lado, a cana verga como nunca (era a dropshot, coitadinha), o drag dispara, a linha sai a uma velocidade estonteante e eu mantenho-me imóvel, incrédulo, a agarrar na cana com firmeza, sem perceber bem o que se estava a passar.
Infelizmente, não durou mais de dez segundos, tivesse o tamanho que tivesse, o que nunca saberei, eu não a ferrei e ela abriu a boca!
Senti uma tristeza feliz, apesar de não ter tido sucesso, estava no bom caminho e sentia que estava cada vez mais próximo.
Foi então que chegou o dia, mais uma noite a brincar com os vinis rente ao fundo, até que me lembro de ter visto algo algures sobre senkos, pensei, “não é tarde nem é cedo”, - tenho uns senkos que me foram trazidos dos Estados Unidos, pelo meu avô, mas que raramente os montava, - Optei por monta-lo à Texas e continuar a insistir.
Passado algum tempo, surge o ataque tão esperado. Desta vez, com o drag mais fechado, ferro imediatamente o peixe, este começa a debater-se dando “cabeçadas” mas rapidamente vem até a superfície, ainda dá uma corridinha para o lado, no entanto nada comparável á minha experiencia anterior.
Pouco tempo depois tenho nas mãos a minha primeira corvina, que depois da fotografia voltou para a água para crescer mais uns quilinhos e quem sabe um dia proporcionar uma tristeza feliz a um iniciante como eu!
Moral da história: Insiste e acredita!
Um abraço e bons releases
(desculpem lá a cara de parvo lol)
Material:
Cana: Shimano BeastMaster dropshot 2,70
Carreto: Shimano Stradic 3000FB
Linha: Fire line Crystal 0.17
Amostra: Senko branco
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O encontro
Que esta espécie encostava á nossa costa, muitos o sabiam, mas onde e quando?
Um pouco mais complicado.
Ouviam-se algumas histórias e relatos de grandes pescarias, de ”uma luta nada a ver”, que foram escasseando ao longo dos anos, assim como exemplares capturados, assim como os bons exemplares da maior parte das espécies na nossa costa. E o futuro? Enfim…
Sabia que as probabilidades aumentavam no verão, quando a temperatura da água subia, de alvorada ou ao pôr-do-sol, no sítio “x” ou “y“, e para um simples pescador de robalos como eu habituado a pescar durante todo o ano, ansiava por um tão desejado encontro que podia nunca vir a acontecer.
Queria apenas poder sentir aquela força bruta, e de preferência nas praias onde costumo pescar.
“Bem, talvez um dia”, pensava eu…
E esse dia chegou. Num dia como tantos outros, depois de acordar antes do sol, lá fui até ao mar.
A lua permitia alguma visibilidade e o vento que soprava de costas, aumentava consideravelmente a distância de lançamento das amostras, que ia mudando á medida que o dia clareava.
Foi então que num lançamento longo seguido de uma recuperação lenta com alguns toque de ponteira que sinto uma pancada forte e seca na amostra.
Automaticamente fica ferrado, dispara e o drag começa a cantar.
Não era um robalo certamente, uma luta diferente, energética com corridas e cabeçadas, fosse o que fosse, parecia não se cansar.
Vou recuperando e pouco tempo depois consigo meter a seco o meu primeiro exemplar de anchova.


Material:
Shimano Beast Master BX SEA BASS
Stradic 5000FB
Fireline Crystal 0.17
DUO surf 135
Um abraço
Um pouco mais complicado.
Ouviam-se algumas histórias e relatos de grandes pescarias, de ”uma luta nada a ver”, que foram escasseando ao longo dos anos, assim como exemplares capturados, assim como os bons exemplares da maior parte das espécies na nossa costa. E o futuro? Enfim…
Sabia que as probabilidades aumentavam no verão, quando a temperatura da água subia, de alvorada ou ao pôr-do-sol, no sítio “x” ou “y“, e para um simples pescador de robalos como eu habituado a pescar durante todo o ano, ansiava por um tão desejado encontro que podia nunca vir a acontecer.
Queria apenas poder sentir aquela força bruta, e de preferência nas praias onde costumo pescar.
“Bem, talvez um dia”, pensava eu…
E esse dia chegou. Num dia como tantos outros, depois de acordar antes do sol, lá fui até ao mar.
A lua permitia alguma visibilidade e o vento que soprava de costas, aumentava consideravelmente a distância de lançamento das amostras, que ia mudando á medida que o dia clareava.
Foi então que num lançamento longo seguido de uma recuperação lenta com alguns toque de ponteira que sinto uma pancada forte e seca na amostra.
Automaticamente fica ferrado, dispara e o drag começa a cantar.
Não era um robalo certamente, uma luta diferente, energética com corridas e cabeçadas, fosse o que fosse, parecia não se cansar.
Vou recuperando e pouco tempo depois consigo meter a seco o meu primeiro exemplar de anchova.
Material:
Shimano Beast Master BX SEA BASS
Stradic 5000FB
Fireline Crystal 0.17
DUO surf 135
Um abraço
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Serra Algarvia
Em pleno verão, quando abundam as grades e os robalos grandes escasseiam, nada melhor que ir tentar a sorte para águas interiores. Assim sendo, combinei com uns amigos e lá fomos explorar essa serra Algarvia, seguíamos cada placa que dizia “barragem a x metros” e ao fim de umas 4 barragens e muitos quilómetros percorridos, lá demos com eles.
Comecei a pescar com um lagarto “made in china” montado à Texas e a pouco e pouco eles lá iam aparecendo, tudo peixe pequeno mas o importante era ir esticando a linha.
Entretanto o sol começa-se a pôr e começo a notar alguns ataques á superfície, monto um poper e logo no primeiro lançamento ferro mais um pequenote.
Continuo a insistir, vejo uma estrutura e tento confirmar a teoria, lá estava o “pai”, um ataque brutal e o carreto a cantar.
Aqui fica a foto para mais tarde recordar, acusou 0,93kg e como todos os outros foi devolvido são e salvo!

Um abraço e bons releases
Comecei a pescar com um lagarto “made in china” montado à Texas e a pouco e pouco eles lá iam aparecendo, tudo peixe pequeno mas o importante era ir esticando a linha.
Entretanto o sol começa-se a pôr e começo a notar alguns ataques á superfície, monto um poper e logo no primeiro lançamento ferro mais um pequenote.
Continuo a insistir, vejo uma estrutura e tento confirmar a teoria, lá estava o “pai”, um ataque brutal e o carreto a cantar.
Aqui fica a foto para mais tarde recordar, acusou 0,93kg e como todos os outros foi devolvido são e salvo!

Um abraço e bons releases
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Amuleto da sorte
Como combinado, eram quatro horas quando me encontrei com o bruno, dirigimo-nos para o pesqueiro e por volta das cinco estávamos a lançar amostras.
Fazia-se sentir algum vento que, para além de ser demasiado frio para a época, não favorecia os lançamentos longos, no entanto, íamos insistindo e ainda antes do sol nascer o bruno consegue tirar uns bons exemplares.
Artificiais e mais artificiais, das mais variadas cores, modelos, formas e feitios iam sendo lançados e recuperados, consoante aquele “feeling” que na maior parte das vezes não nos leva a lado nenhum..
O sol elevava-se agora, o dia começava a aquecer, o tempo começava a esgotar-se e a palavra “grade” ecoava na minha cabeça.
Já sem grande esperança, digo ao Bruno que vou voltar para trás, “gasto o meu ultimo feeling” e meto a amostra da fé.
Vou lançando á medida que me desloco, e numa altura em que estava distraído a pensar sabe-se lá no quê, amuletos e coisas… talvez, sinto a linha esticar repentinamente, o carreto começa a cantar aquela musica que só ele sabe e que há muito eu não ouvia.
Vou fechando o drag, no entanto a linha insistia em sair enquanto o peixe afundava na direcção das pedras. Uma decisão tinha de ser tomada e rapidamente. Fecho o drag quase todo e começo a puxar por ele, material e nós a serem postos à prova, afinal de contas, é para situações como esta que devemos andar sempre bem preparados.
Agora cada um puxava para seu lado naquela luta desigual em que muito pode acontecer, mas não tardou até ele chegar a superfície.
O Bruno diz-me, “É um bom peixe!”, eu confirmo e reparo que está mal ferrado, desço rapidamente até junto á agua, agarro-o com firmeza e acabam-se os nervos.
O meu sorriso não escondia agora aquela felicidade… de uma boa captura.
Depois de dois meses em que as saídas de pesca foram raras, algumas grades e alguns exemplares de pequenos porte capturados, eis que capturei um tão procurado exemplar digno de registo.

Um abraço,
Artur Rodrigues
Fazia-se sentir algum vento que, para além de ser demasiado frio para a época, não favorecia os lançamentos longos, no entanto, íamos insistindo e ainda antes do sol nascer o bruno consegue tirar uns bons exemplares.
Artificiais e mais artificiais, das mais variadas cores, modelos, formas e feitios iam sendo lançados e recuperados, consoante aquele “feeling” que na maior parte das vezes não nos leva a lado nenhum..
O sol elevava-se agora, o dia começava a aquecer, o tempo começava a esgotar-se e a palavra “grade” ecoava na minha cabeça.
Já sem grande esperança, digo ao Bruno que vou voltar para trás, “gasto o meu ultimo feeling” e meto a amostra da fé.
Vou lançando á medida que me desloco, e numa altura em que estava distraído a pensar sabe-se lá no quê, amuletos e coisas… talvez, sinto a linha esticar repentinamente, o carreto começa a cantar aquela musica que só ele sabe e que há muito eu não ouvia.
Vou fechando o drag, no entanto a linha insistia em sair enquanto o peixe afundava na direcção das pedras. Uma decisão tinha de ser tomada e rapidamente. Fecho o drag quase todo e começo a puxar por ele, material e nós a serem postos à prova, afinal de contas, é para situações como esta que devemos andar sempre bem preparados.
Agora cada um puxava para seu lado naquela luta desigual em que muito pode acontecer, mas não tardou até ele chegar a superfície.
O Bruno diz-me, “É um bom peixe!”, eu confirmo e reparo que está mal ferrado, desço rapidamente até junto á agua, agarro-o com firmeza e acabam-se os nervos.
O meu sorriso não escondia agora aquela felicidade… de uma boa captura.
Depois de dois meses em que as saídas de pesca foram raras, algumas grades e alguns exemplares de pequenos porte capturados, eis que capturei um tão procurado exemplar digno de registo.

Um abraço,
Artur Rodrigues
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A falsa mentira
O sono tardava em aparecer, as horas iam passando e as deslocações, quarto-cozinha, cozinha-quarto começavam a tornar-se repetitivas.
Quando dou por mim, já a lua ia bem alta.. “Já não me vou deitar, se não mais logo já sei como é.”
Continuo a navegar pela net, um link “puxa” outro e de repente toca o despertador. Ligo o telemóvel e tenho uma mensagem do Ricardo: “Put preciso de descansar, logo vamos amanha. Abraço”
Como também é bom passar um tempo sozinho junto ao mar, arrumei o material e fiz-me ao caminho.
Cheguei ainda de noite. Com a mudança da hora e alguns dias sem acordar cedo, perdi a noção da hora a que o dia começava a clarear, no entanto, a lua, que já começava a baixar, ainda iluminava a praia.
A leve brisa norte que se fazia sentir e a ausência de ondulação completavam o que parecia uma paisagem algo paradisíaca. Monto o material e começam os lançamentos, uso várias amostras com vários tipos de recuperação, nada.
O dia começava agora a clarear, desloco-me na direcção das pedras, vou até a sua extremidade, sempre a insistir.
Era inútil, já havia usado todas as amostras da caixa e o sol já se elevava á algum tempo, não havia peixe ali.
Já quase a dar por terminada a sessão, recordo uma dica sobre umas zagaias. Por acaso não tenho nenhuma, mas comprara á tempos uma colher baratinha numa dessas grandes superfícies para experimentar, que por acaso ia na bolsinha pequena da mala.
Monto-a e faço um lançamento, sai disparada e perco-a de vista no horizonte, deixo afunda-la e começo a trabalha-la junto ao fundo.
Os lançamentos sucedem-se e passado algum tempo, com o sono a começar a aparecer e sem saber já o que andava ali a fazer, quase a tirar a colher de dentro de água vejo um dorso negro a vir disparado do fundo.
Não chegara a tempo, e tão rápido apareceu como desapareceu.
Desperto! Rapidamente faço um lançamento curto, dou uns toques de ponteira e ai está a cana vergada e o stradic a cantar..

NBS Master Class 3.00 / Stradic 3000 / Colher (nem sei a marca)
70cm / 3.800kg
Este é dedicado á “Tejo´s Team”
Um abraço
Quando dou por mim, já a lua ia bem alta.. “Já não me vou deitar, se não mais logo já sei como é.”
Continuo a navegar pela net, um link “puxa” outro e de repente toca o despertador. Ligo o telemóvel e tenho uma mensagem do Ricardo: “Put preciso de descansar, logo vamos amanha. Abraço”
Como também é bom passar um tempo sozinho junto ao mar, arrumei o material e fiz-me ao caminho.
Cheguei ainda de noite. Com a mudança da hora e alguns dias sem acordar cedo, perdi a noção da hora a que o dia começava a clarear, no entanto, a lua, que já começava a baixar, ainda iluminava a praia.
A leve brisa norte que se fazia sentir e a ausência de ondulação completavam o que parecia uma paisagem algo paradisíaca. Monto o material e começam os lançamentos, uso várias amostras com vários tipos de recuperação, nada.
O dia começava agora a clarear, desloco-me na direcção das pedras, vou até a sua extremidade, sempre a insistir.
Era inútil, já havia usado todas as amostras da caixa e o sol já se elevava á algum tempo, não havia peixe ali.
Já quase a dar por terminada a sessão, recordo uma dica sobre umas zagaias. Por acaso não tenho nenhuma, mas comprara á tempos uma colher baratinha numa dessas grandes superfícies para experimentar, que por acaso ia na bolsinha pequena da mala.
Monto-a e faço um lançamento, sai disparada e perco-a de vista no horizonte, deixo afunda-la e começo a trabalha-la junto ao fundo.
Os lançamentos sucedem-se e passado algum tempo, com o sono a começar a aparecer e sem saber já o que andava ali a fazer, quase a tirar a colher de dentro de água vejo um dorso negro a vir disparado do fundo.
Não chegara a tempo, e tão rápido apareceu como desapareceu.
Desperto! Rapidamente faço um lançamento curto, dou uns toques de ponteira e ai está a cana vergada e o stradic a cantar..

NBS Master Class 3.00 / Stradic 3000 / Colher (nem sei a marca)
70cm / 3.800kg
Este é dedicado á “Tejo´s Team”
Um abraço
sábado, 27 de março de 2010
Sessenta
Finalmente estiveram reunidas algumas condições para poder ir fazer uma pescaria. Combinei com o Bruno e bem cedo antes do sol nascer fomos até ao pesqueiro.
Passeantes, popers e jerkbaits, mas o peixe não queria aparecer até que montámos uns vinis e lá surgiu o primeiro ataque.
Deu uma luta espectacular, das melhores mesmo, que me puseram aquele sorriso parvo na cara.
Comecei logo a picar o bruno mas não tardou muito até ver a ponteira dele dobrada, lá estava ele já a “trabalhar” também um peixe.
Passado pouco tempo demos a pesca por terminada.Nada como começar o dia a safar a grade na companhia dos amigos.

Shimano dropshot 2.70 / Stradic 3000 / vinis vários.
2,800kg / 66cm
Um abraço e boas pescas
Passeantes, popers e jerkbaits, mas o peixe não queria aparecer até que montámos uns vinis e lá surgiu o primeiro ataque.
Deu uma luta espectacular, das melhores mesmo, que me puseram aquele sorriso parvo na cara.
Comecei logo a picar o bruno mas não tardou muito até ver a ponteira dele dobrada, lá estava ele já a “trabalhar” também um peixe.
Passado pouco tempo demos a pesca por terminada.Nada como começar o dia a safar a grade na companhia dos amigos.

Shimano dropshot 2.70 / Stradic 3000 / vinis vários.
2,800kg / 66cm
Um abraço e boas pescas
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
adn
No passado fim-de-semana desloquei-me até à capital para visitar a família, aproveitei, e acabei por levar o material de spinning.
Devido á falta de acesso á internet acabei por apenas conseguir entrar em contacto com o Miguel, e apesar do mau tempo que se fez sentir ainda deu para fazer uma pescaria improvisada.
O mar estava grande e tivemos de nos virar para o Tejo.
Ao chegarmos ao ponto de encontro já o Miguel, o Francisco e o Jorge nos esperavam, a mim e ao Ricardo.
Lá fomos todos atrás do local e depois de algumas peripécias chegamos ao spot.
O Miguel e o Jorge ficaram para trás, montaram uns passeantes e começaram logo a pescar enquanto eu, o Francisco e o Ricardo continuamos a andar e acabamos por nos dedicar aos vinis.
Passado pouco tempo o Francisco apercebe-se que o pessoal já estava a apanhar peixe no outro lado e começamos a recuar.
Quando chegámos ao pé deles já o Jorge tinha feito dois bons peixes de 1kg e tal, que pelo relatado, lhe proporcionaram uns bons momentos, daqueles bem conhecidos por quem pesca á superfície.

Toca de montar os passeantes e começar a lançar para aproveitar aquele momento em que o peixe se encontrava activo.
Entretanto o céu começa a clarear e o peixe começa a atacar menos à superfície, é hora de montar uns jerkbaits. Começo com as da fé mas nada! Até que monto uma amostra com cores mais vivas e quando venho a recupera-la lentamente apenas com toques de ponteira já quase aos meus pés vejo um Robalo de bom porte a atacar a amostra e… falha! E mais dois toques de ponteira e… falha! Deu-me logo aquele arrepio na espinha mas não me pronunciei.
Recolho rapidamente e lanço a amostra na mesma direcção apenas uma meia dúzia de metros e começo a recuperar lentamente… zzzzzzz zzzzzzz, ferro imediatamente o peixe e começo a trabalha-lo, ainda fez o carreto cantar mais umas quantas vezes e vergar a dropshot. Passado pouco tempo já o Miguel o tinha agarrado com o grip, 2kg e pouco.

A minha pesca estava feita e era um bom dia para o Ricardo se estrear, pego na minha cana com a amostra e empresto-lhe. Passado algum tempo já estava ele todo aflito a tentar puxar um peixe enquanto quatro vozes diziam, “calma, calma! Levanta a cana!”

E pronto, mais um viciado!
Continuámos a pescar e ainda deu tempo para o Miguel ferrar um peixe que deu uma luta engraçada mas que já quase em segurança acabou por se desferrar e voltar para casa sem sorrir para a foto.
O Francisco bem se esforçou até ao último minuto, mas acabou por não conseguir esticar a linha, valeu o treino. Ai quando a água aquecer!
Estava assim terminada a jornada, foi uma pescaria bastante divertida e didáctica, em que todos partilhamos e aprendemos qualquer coisa.
A team

Obrigado pessoal pelos bons momentos!
Parabéns Ricardo! Só custa é o primeiro.
Aqui fica um dos releases..
Um abraço e bons releases
Devido á falta de acesso á internet acabei por apenas conseguir entrar em contacto com o Miguel, e apesar do mau tempo que se fez sentir ainda deu para fazer uma pescaria improvisada.
O mar estava grande e tivemos de nos virar para o Tejo.
Ao chegarmos ao ponto de encontro já o Miguel, o Francisco e o Jorge nos esperavam, a mim e ao Ricardo.
Lá fomos todos atrás do local e depois de algumas peripécias chegamos ao spot.
O Miguel e o Jorge ficaram para trás, montaram uns passeantes e começaram logo a pescar enquanto eu, o Francisco e o Ricardo continuamos a andar e acabamos por nos dedicar aos vinis.
Passado pouco tempo o Francisco apercebe-se que o pessoal já estava a apanhar peixe no outro lado e começamos a recuar.
Quando chegámos ao pé deles já o Jorge tinha feito dois bons peixes de 1kg e tal, que pelo relatado, lhe proporcionaram uns bons momentos, daqueles bem conhecidos por quem pesca á superfície.

Toca de montar os passeantes e começar a lançar para aproveitar aquele momento em que o peixe se encontrava activo.
Entretanto o céu começa a clarear e o peixe começa a atacar menos à superfície, é hora de montar uns jerkbaits. Começo com as da fé mas nada! Até que monto uma amostra com cores mais vivas e quando venho a recupera-la lentamente apenas com toques de ponteira já quase aos meus pés vejo um Robalo de bom porte a atacar a amostra e… falha! E mais dois toques de ponteira e… falha! Deu-me logo aquele arrepio na espinha mas não me pronunciei.
Recolho rapidamente e lanço a amostra na mesma direcção apenas uma meia dúzia de metros e começo a recuperar lentamente… zzzzzzz zzzzzzz, ferro imediatamente o peixe e começo a trabalha-lo, ainda fez o carreto cantar mais umas quantas vezes e vergar a dropshot. Passado pouco tempo já o Miguel o tinha agarrado com o grip, 2kg e pouco.

A minha pesca estava feita e era um bom dia para o Ricardo se estrear, pego na minha cana com a amostra e empresto-lhe. Passado algum tempo já estava ele todo aflito a tentar puxar um peixe enquanto quatro vozes diziam, “calma, calma! Levanta a cana!”

E pronto, mais um viciado!
Continuámos a pescar e ainda deu tempo para o Miguel ferrar um peixe que deu uma luta engraçada mas que já quase em segurança acabou por se desferrar e voltar para casa sem sorrir para a foto.
O Francisco bem se esforçou até ao último minuto, mas acabou por não conseguir esticar a linha, valeu o treino. Ai quando a água aquecer!
Estava assim terminada a jornada, foi uma pescaria bastante divertida e didáctica, em que todos partilhamos e aprendemos qualquer coisa.
A team

Obrigado pessoal pelos bons momentos!
Parabéns Ricardo! Só custa é o primeiro.
Aqui fica um dos releases..
Um abraço e bons releases
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Estava difícil!
Entre tantos trabalhos, projectos e exames estava difícil ir ao mar fazer uns lançamentos.
Depois de mais uma directa e consequente conclusão de um trabalho lá fiquei mais folgado e tive tempo de ir lançar umas amostras.
Despachei-me já meio ensonado mas a vontade de ir ver o mar era mais forte e antes do sol nascer já me encontrava no pesqueiro.
Após um ano somente dedicado a esta técnica, comecei a tentar estabelecer padrões de forma a tentar “adivinhar” os dias em que o peixe lá anda, e hoje era um desses dias em que estavam reunidas as condições para o pesqueiro onde me encontrava, a fé era muita.
Começo então a fazer lançamentos: direita, esquerda, meio, direita, esquerda, meio… (não gosto de bater o pesqueiro de uma ponta para a outra, manias!) sempre com a amostra da fé, a que me deu o meu ultimo peixe.
Passados poucos lançamentos dá se um ataque, tento ferrar o peixe mas não consigo, valente, “venceu” e cada um tem o que merece.
Continuo a lançar aleatoriamente para cada lado e onde via as tainhas a “bater” e ás tantas sinto outro puxão na amostra bastante energético, desta vez consigo ferra-lo, fazia uma grande resistência, parecia um bom peixe mas passados poucos segundos estava em terra. Vinha ferrado de lado.
Media á volta de 36cm e como é óbvio depois de posar para a foto foi devolvido ao seu habitat natural.
Insisti mais um bocado mas não senti mais nada..
O cansaço era agora notável e já tinha a minha primeira captura de 2010, já só pensava numa coisa, dormir.

Ficha técnica:
Cana: NBS master class 3m
Carreto: Stradic 5000
Linhas: Whiplash 0,15
Amostra: flashminnow
Um abraço e boas pescarias
Depois de mais uma directa e consequente conclusão de um trabalho lá fiquei mais folgado e tive tempo de ir lançar umas amostras.
Despachei-me já meio ensonado mas a vontade de ir ver o mar era mais forte e antes do sol nascer já me encontrava no pesqueiro.
Após um ano somente dedicado a esta técnica, comecei a tentar estabelecer padrões de forma a tentar “adivinhar” os dias em que o peixe lá anda, e hoje era um desses dias em que estavam reunidas as condições para o pesqueiro onde me encontrava, a fé era muita.
Começo então a fazer lançamentos: direita, esquerda, meio, direita, esquerda, meio… (não gosto de bater o pesqueiro de uma ponta para a outra, manias!) sempre com a amostra da fé, a que me deu o meu ultimo peixe.
Passados poucos lançamentos dá se um ataque, tento ferrar o peixe mas não consigo, valente, “venceu” e cada um tem o que merece.
Continuo a lançar aleatoriamente para cada lado e onde via as tainhas a “bater” e ás tantas sinto outro puxão na amostra bastante energético, desta vez consigo ferra-lo, fazia uma grande resistência, parecia um bom peixe mas passados poucos segundos estava em terra. Vinha ferrado de lado.
Media á volta de 36cm e como é óbvio depois de posar para a foto foi devolvido ao seu habitat natural.
Insisti mais um bocado mas não senti mais nada..
O cansaço era agora notável e já tinha a minha primeira captura de 2010, já só pensava numa coisa, dormir.
Ficha técnica:
Cana: NBS master class 3m
Carreto: Stradic 5000
Linhas: Whiplash 0,15
Amostra: flashminnow
Um abraço e boas pescarias
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Uma pescaria, uma lição, um recorde!
Seis da manhã toca o despertador. “Vou, não vou, vou, não vou…” levanto-me, vou à janela. O céu meio coberto começava a clarear no horizonte, o vento era nulo, as condições pareciam ser boas… “bem, a casa é que eles não vêm ter!”
Visto-me e pego no material que ficara preparado de véspera, num quarto de hora ponho-me no pesqueiro. O mar estava calmo e a água apresentava-se lusa esverdeada.
Começo com uma sammy, uma das minhas amostras favoritas que já me deu algumas alegrias. Uma dúzia de lançamentos, recuperações mais rápidas, mais lentas, com pausas, sem pausas…nada, “não estão a caçar à superfície ou se calhar nem cá estão”.
Troco de amostra: flashminnow. 1º Lançamento, recuperação lenta e linear sem pausas, dá-se um ataque bastante energético mas com pouca luta, recupero de seguida. Era um robalote um pouco maior que a amostra que foi imediatamente devolvido.
“Bem já deu para esticar a linha, e afinal estão por cá”. Continuo a lançar e a recuperar sempre da mesma maneira, mais meia dúzia de lançamentos e outro ataque, desta vez bem mais forte, regulo o drag, trabalho o peixe e ponho-o a seco, 1,2kg, “este vai comigo”.
Continuo a pescar e ao fim de mais alguns lançamentos ferro outro peixe, desta vez o carreto a cantar, era um bom peixe certamente, regulo o drag e começo a trabalha-lo, uma luta que nunca antes tinha sentido, apodera-se de mim um misto de felicidade e nervosismo, passado pouco tempo ponho-o a seco, era certamente o meu recorde, peixe para 3kg.
Feliz da vida desprendo o peixe da amostra, coloco-o num saco e a algum custo na mochila, não corro os fechos até ao fim, ficando género de uma bolsa aberta por cima. “A tua pesca está feita vamos embora”, mas como ainda era cedo continuo a pescar.
Lançamento aqui lançamento ali e SPLASH!!! Algo cai na água mesmo nas minhas costas e sinto a mochila mais leve. Não podia acreditar, não, aquilo não me estava a acontecer, o maior peixe que tinha apanhado em toda a minha vida, depois de estar “seguro” na mochila a desaparecer na água diante dos meus olhos e eu sem nada poder fazer!
Já não estava em casa a dormir, estava no meio da praia a pescar e tinha acabado de perder o meu recorde pessoal! Apoderou-se de mim uma tristeza enorme, “porque é que não fechaste a mochila? A coisa mais simples do mundo!” Enfim, só depois de elas acontecerem é que pensamos que não podemos facilitar em nada, porque no fim, acaba por fazer toda a diferença. Fechei imediatamente a mochila. Mas agora de que é que serve?!
A minha pesca estava terminada por hoje! Só pensava em voltar para casa e no peixe que tinha perdido. Entretanto continuo a fazer lançamentos e a recuperar sem pensar minimamente no que estava a fazer.
Surge então outro ataque, não era mau mas também não era nem de longe parecido ao outro, coloco-o a seco, peixe a rondar o kg também acabou por vir comigo, fechei a mochila!
Não foi suficiente para recuperar o ânimo, o meu pensamento era só um, “porque é que não fechaste a mochila?!”
Amostra para dentro de água, continuo a pesca e passado outros tantos lançamentos a amostra prende. “Estás na praia, aqui não há pedr…” E ainda não tinha acabado de completar o meu pensamento quando, ZZZZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ… Esqueço completamente o tal peixe. Abro o drag, fecho o drag, apoderou-se de mim nervosismo tal que já nem sabia para que lado havia de rodar o drag. A adrenalina dispara e ZZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ... nunca tinha ferrado nada do género! As minhas pernas tremiam agora que nem varas verdes!
Aquela coisa parecia não querer parar! Começo a recuperar lentamente e a andar para o lado para acompanhar o deslocamento do peixe. Fecho um pouco mais o drag, as corridas já não eram tão fortes e parecia estar a ceder. Passado algum tempo vejo-o pela primeira vez.. era GRANDE! Nunca tinha visto algo assim a não ser em fotos e este estava ali, agarrado á minha amostra! Continuo a tremer por todo o lado e começo a falar comigo mesmo em voz alta. “tem calma Artur, tem calma, tem calma.”
Ali fico algum tempo naquele vai e vem até que ele se aproxima, vou jogar a mão a linha… “NÃO! Já perdeste peixe assim”, e lá vai ele mais uma vez, e lá vem ele outra vez, tento jogar lhe a mão á guelra, não vai à primeira nem à segunda, passado algumas tentativas agarro o e levo-o para terra firme.
Acabaram-se os nervos, estava feita a minha pesca e acabei por bater á mesma o meu recorde!

Acusou 5kg certos e 75cm.
Material:
NBS Master Class 3mt ( A que recebi no torneio)
Shimano Stradic 5000FB
FlashMinnow 130 MR
PS: Dedico este peixe a toda a família PCA e em especial ao Bruno.
Um abraço e boas pescarias
Visto-me e pego no material que ficara preparado de véspera, num quarto de hora ponho-me no pesqueiro. O mar estava calmo e a água apresentava-se lusa esverdeada.
Começo com uma sammy, uma das minhas amostras favoritas que já me deu algumas alegrias. Uma dúzia de lançamentos, recuperações mais rápidas, mais lentas, com pausas, sem pausas…nada, “não estão a caçar à superfície ou se calhar nem cá estão”.
Troco de amostra: flashminnow. 1º Lançamento, recuperação lenta e linear sem pausas, dá-se um ataque bastante energético mas com pouca luta, recupero de seguida. Era um robalote um pouco maior que a amostra que foi imediatamente devolvido.
“Bem já deu para esticar a linha, e afinal estão por cá”. Continuo a lançar e a recuperar sempre da mesma maneira, mais meia dúzia de lançamentos e outro ataque, desta vez bem mais forte, regulo o drag, trabalho o peixe e ponho-o a seco, 1,2kg, “este vai comigo”.
Continuo a pescar e ao fim de mais alguns lançamentos ferro outro peixe, desta vez o carreto a cantar, era um bom peixe certamente, regulo o drag e começo a trabalha-lo, uma luta que nunca antes tinha sentido, apodera-se de mim um misto de felicidade e nervosismo, passado pouco tempo ponho-o a seco, era certamente o meu recorde, peixe para 3kg.
Feliz da vida desprendo o peixe da amostra, coloco-o num saco e a algum custo na mochila, não corro os fechos até ao fim, ficando género de uma bolsa aberta por cima. “A tua pesca está feita vamos embora”, mas como ainda era cedo continuo a pescar.
Lançamento aqui lançamento ali e SPLASH!!! Algo cai na água mesmo nas minhas costas e sinto a mochila mais leve. Não podia acreditar, não, aquilo não me estava a acontecer, o maior peixe que tinha apanhado em toda a minha vida, depois de estar “seguro” na mochila a desaparecer na água diante dos meus olhos e eu sem nada poder fazer!
Já não estava em casa a dormir, estava no meio da praia a pescar e tinha acabado de perder o meu recorde pessoal! Apoderou-se de mim uma tristeza enorme, “porque é que não fechaste a mochila? A coisa mais simples do mundo!” Enfim, só depois de elas acontecerem é que pensamos que não podemos facilitar em nada, porque no fim, acaba por fazer toda a diferença. Fechei imediatamente a mochila. Mas agora de que é que serve?!
A minha pesca estava terminada por hoje! Só pensava em voltar para casa e no peixe que tinha perdido. Entretanto continuo a fazer lançamentos e a recuperar sem pensar minimamente no que estava a fazer.
Surge então outro ataque, não era mau mas também não era nem de longe parecido ao outro, coloco-o a seco, peixe a rondar o kg também acabou por vir comigo, fechei a mochila!
Não foi suficiente para recuperar o ânimo, o meu pensamento era só um, “porque é que não fechaste a mochila?!”
Amostra para dentro de água, continuo a pesca e passado outros tantos lançamentos a amostra prende. “Estás na praia, aqui não há pedr…” E ainda não tinha acabado de completar o meu pensamento quando, ZZZZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ… Esqueço completamente o tal peixe. Abro o drag, fecho o drag, apoderou-se de mim nervosismo tal que já nem sabia para que lado havia de rodar o drag. A adrenalina dispara e ZZZZZZZZZZZZZZZ… ZZZZZZZZZZZZZZ... nunca tinha ferrado nada do género! As minhas pernas tremiam agora que nem varas verdes!
Aquela coisa parecia não querer parar! Começo a recuperar lentamente e a andar para o lado para acompanhar o deslocamento do peixe. Fecho um pouco mais o drag, as corridas já não eram tão fortes e parecia estar a ceder. Passado algum tempo vejo-o pela primeira vez.. era GRANDE! Nunca tinha visto algo assim a não ser em fotos e este estava ali, agarrado á minha amostra! Continuo a tremer por todo o lado e começo a falar comigo mesmo em voz alta. “tem calma Artur, tem calma, tem calma.”
Ali fico algum tempo naquele vai e vem até que ele se aproxima, vou jogar a mão a linha… “NÃO! Já perdeste peixe assim”, e lá vai ele mais uma vez, e lá vem ele outra vez, tento jogar lhe a mão á guelra, não vai à primeira nem à segunda, passado algumas tentativas agarro o e levo-o para terra firme.
Acabaram-se os nervos, estava feita a minha pesca e acabei por bater á mesma o meu recorde!

Acusou 5kg certos e 75cm.
Material:
NBS Master Class 3mt ( A que recebi no torneio)
Shimano Stradic 5000FB
FlashMinnow 130 MR
PS: Dedico este peixe a toda a família PCA e em especial ao Bruno.
Um abraço e boas pescarias
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Estreias
Com a chegada do frio e das primeiras chuvas começam também a chegar os grandes robalos para a desova, no entanto anda difícil a sua localização.
Acabei por ir experimentar um novo spot e voltar a insistir com os vinis, que já deram algumas provas da sua eficácia lá mais para norte. O restante material da jornada foram, a Shimano Beast Master drop shot 2.7, com a sua acção 3,5-28g, e o Stradic 3000 cheio com multi 0.10. Adquiri este conjunto com o intuito de ser bastante polivalente, desempenhando o seu papel tanto em água doce como em água salgada, e depois de provas dadas com alguns achigãs só faltavam mesmo os robalos.
Após alguns lançamentos e experiências de diferentes trabalhares do vinil lá tenho um ataque, o peixe vem bem até à superfície e quando já esta perto começa a debater-se e dá dois arranques para o fundo fazendo o Stradic cantar, a cana bastante macia aguenta bem, amortecendo as cabeçadas depois da ferragem, acabando por cansa-lo.
Acabei assim por estrear tanto o conjunto em água salgada como as famosas Flukes.

Medio 46cm e pesou 1kg..
Um abraço e boas pescas
Acabei por ir experimentar um novo spot e voltar a insistir com os vinis, que já deram algumas provas da sua eficácia lá mais para norte. O restante material da jornada foram, a Shimano Beast Master drop shot 2.7, com a sua acção 3,5-28g, e o Stradic 3000 cheio com multi 0.10. Adquiri este conjunto com o intuito de ser bastante polivalente, desempenhando o seu papel tanto em água doce como em água salgada, e depois de provas dadas com alguns achigãs só faltavam mesmo os robalos.
Após alguns lançamentos e experiências de diferentes trabalhares do vinil lá tenho um ataque, o peixe vem bem até à superfície e quando já esta perto começa a debater-se e dá dois arranques para o fundo fazendo o Stradic cantar, a cana bastante macia aguenta bem, amortecendo as cabeçadas depois da ferragem, acabando por cansa-lo.
Acabei assim por estrear tanto o conjunto em água salgada como as famosas Flukes.
Medio 46cm e pesou 1kg..
Um abraço e boas pescas
domingo, 18 de outubro de 2009
1º torneio de spinning LUÍS VICÊNCIO
No passado dia 4 deste mês realizou-se a final do 1º torneio de spinning e corrico de costa LUÍS VICÊNCIO na praia da Légua, Nazaré.
Foi um excelente dia de pesca cheio de boa disposição na companhia de alguns membros e amigos do PCA.
O peixe escasseou, saindo apenas um robalo e um ruivo que determinaram os 2 primeiros lugares, sendo o terceiro lugar sorteado..
Parabéns ao Bruno A. e ao José T. vocês foram os verdadeiros vencedores.
Resta-me agradecer à organização, vocês foram 5 estrelas, à minha equipa, sempre em busca do “hot spot”, a todos os participantes pelo convívio e pelos bons momentos, ao Ricardo, pela boleia e companhia e por fim, e mais importante, OBRIGADO Luís Vicêncio, sem ti nada disto era possível.
Aqui ficam algumas fotos..







Um abraço
Foi um excelente dia de pesca cheio de boa disposição na companhia de alguns membros e amigos do PCA.
O peixe escasseou, saindo apenas um robalo e um ruivo que determinaram os 2 primeiros lugares, sendo o terceiro lugar sorteado..
Parabéns ao Bruno A. e ao José T. vocês foram os verdadeiros vencedores.
Resta-me agradecer à organização, vocês foram 5 estrelas, à minha equipa, sempre em busca do “hot spot”, a todos os participantes pelo convívio e pelos bons momentos, ao Ricardo, pela boleia e companhia e por fim, e mais importante, OBRIGADO Luís Vicêncio, sem ti nada disto era possível.
Aqui ficam algumas fotos..






Um abraço
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Praia de Faro
Desta vez fui até à praia de Faro, as marés eram vivas e o nascer do sol coincidia com a baixa mar. Após algum tempo a mudar de amostra e a bater espumeiros lá dei com eles. Capturei 3 robalos e uma baila, só este tinha a minha medida (40cm)e foi o único que veio comigo.

Material do costume
Amostra: Saltiga laser sardine
Aquele abraço
Material do costume
Amostra: Saltiga laser sardine
Aquele abraço
sábado, 26 de setembro de 2009
Com o fim das férias..
Com o fim das férias, noitadas e borgas lá consegui acordar antes do sol para ir fazer uns lançamentos.
O cenário mais uma vez, a Ria Formosa. Algures num dos inúmeros regatos lá dei com eles. Cobrei dois e ainda tive um que desferrou e um ataque falhado. As protagonistas foram mais uma vez as sammys, tanto a aurora b. como a american shad, eles não são esquisitos. =)


Um abraço e boas pescas
O cenário mais uma vez, a Ria Formosa. Algures num dos inúmeros regatos lá dei com eles. Cobrei dois e ainda tive um que desferrou e um ataque falhado. As protagonistas foram mais uma vez as sammys, tanto a aurora b. como a american shad, eles não são esquisitos. =)
Um abraço e boas pescas
sábado, 22 de agosto de 2009
Mais um recorde
Para “matar o chibo” enquanto se aguardam melhores marés, decidi fazer uma incursão aos verdinhos. O Pacheco dizia conhecer umas barragens lá para as suas bandas então decidimos ir investigar. Após algum tempo e “acho que a barragem era algures aqui.” lá avistamos água! Toca de montar o material e de começar a primeira aula de pesca em barragem! =)
Ainda fiz uns peixinhos engraçados e o principiante depois de muitas peripécias lá se estreou com um exemplar engraçado.
Aqui ficam as fotos..

Ainda fiz uns peixinhos engraçados e o principiante depois de muitas peripécias lá se estreou com um exemplar engraçado.
Aqui ficam as fotos..
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